Melhorar sua autoimagem só depende de você

Melhorar sua autoimagem só depende de você

Além da aparência, o espelho reflete nossas inseguranças
Foto: Tarcísio de Lima
Reportagem: Tarsila Isabela / Edição: MdeMulher

Uma autoimagem distorcida é a realidade para a maioria das mulheres. Por algum motivo, quando paramos para nos avaliar, nosso senso crítico atinge a potência máxima e só vemos queixas – celulite, pouco peito, pele sem brilho. E, por mais que sejam coisas em que ninguém repara, elas nos incomodam profundamente. A verdade é que jogamos para cima da aparência uma série de frustrações e insatisfações – até aqueles probleminhas emocionais que ficaram no passado parecem pesar nesse momento. E o espelho reflete, além do físico, toda a construção de imagem que fazemos de nós mesmas: de quão competente você se percebe na carreira a quão boa filha, amiga, namorada, esposa se considera. Um exercício rápido: quantas manhãs você já não acordou e se sentiu horrorosa e, logo no dia seguinte, atraente – sem nada ter mudado aparentemente? Isso acontece porque projetamos nossas inseguranças na aparência o tempo todo. Uma pesquisa da Social Issues Research Center, feita em 2012 no Reino Unido, mostrou que somos mais críticas com nossa autoimagem do que os homens – pelo menos oito em dez mulheres se olham no espelho e se sentem insatisfeitas. E esses tempos modernos só reforçaram isso. Os dias estão mais curtos, enquanto nossa lista de tarefas não para de crescer! E, não importa quanto você se esforce, nunca parece atingir o patamar das mulheres que admira. Mas espera aí. Talvez esteja faltando justamente colocar o seu nome nessa seleta lista.

Quero a vida dela!

Ninguém é linda como a Angelina Jolie nem tem o mesmo talento para negócios que Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza e a terceira empresária mais poderosa do Brasil, segundo a revista Forbes. Mas, por algum motivo, você sente que deveria – afinal, o mundo valoriza pessoas assim. Só que, em vez de essa admiração a empurrar para a frente, funciona como um lembrete de quanto você está ficando para trás enquanto essas supermulheres avançam à linha de chegada. Para poder competir à altura, você passa a exigir demais de si mesma. “A comparação é prejudical, pois estabelece referências irreais. Quanto mais você olha para o outro, menos se enxerga”, diz a psicóloga Heloísa Fleury, de São Paulo. Colocar suas metas na estratosfera gera frustração e dá aquela impressão de nunca chegar aonde deseja. Leia mais

Fonte: M de Mulher

Guarda compartilhada tem prós e contras; saiba quais são

Texto: Louise Vernier e Thaís MacenaDo UOL, em São Paulo

Durante um processo de divórcio, não é incomum haver disputas para decidir quem fica com a guarda permanente do filho. Nesses casos, pensando no bem-estar da criança e na garantia do direito de ser educada e cuidada pelos dois genitores, muitos optam pela guarda compartilhada.

“Estamos falando de um acordo judicial que possibilita à criança passar o mesmo tempo com o pai e com a mãe. É um regime que permite aos responsáveis participarem de forma igualitária na criação e no desenvolvimento educacional, social e psicológico de seu filho”, explica Paulo Mariano, advogado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Por meio deste acordo, os pais podem decidir, juntos, o período que a criança vai passar em uma casa e na outra.

Prós e contras

Na teoria, a guarda compartilhada é um instrumento que concede ao filho o direito de usufruir tanto do contato com a mãe quanto com o pai por um período maior ou que admite um pouco mais flexibilidade para esse convívio.

Porém, para funcionar assim, na prática, é preciso que os adultos responsáveis pela criança, antes de entrar com o processo para regulamentar a guarda, observem as características de suas famílias, bem como a qualidade da relação que permaneceu entre os dois, após a separação. Isso porque, se optarem pela guarda compartilhada, os encontros e as trocas de ideias entre eles deverão ser muito mais frequentes, já que o acordo pressupõe também a divisão de despesas e a tomada de decisões em consenso.

“Para que a guarda compartilhada funcione bem para pais e filhos, é necessário, antes de tudo, que o ex-casal deixe de lado mágoas passadas e seus próprios interesses em favor da criança e que mantenham uma boa relação entre si”, afirma Heloisa Fleury, psicóloga pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)… Leia mais

Fonte: Uol Mulher

“Dedo podre: saiba como fugir dessa e encontrar o cara certo”

Texto: Danielle Barg
 Todo mundo tem uma amiga “dedo podre” – aquela mulher que nunca está sozinha, porém, está sempre mal acompanhada. Assim como assistir ao mesmo filme mil vezes, essas mulheres vivem as mesmas situações, com diferentes pessoas, sempre em busca do “cara certo”.

É o caso da protética Daniella Watanabe, 37, de São Paulo. “Até hoje, só entrei em fria”, conta, bem humorada. Atualmente, ela diz que está “enrolada” com uma pessoa que acabou de se separar, mas enumera diversos casos em que se envolveu com o mesmo tipo de homem: complicado, comprometido ou sem interesse algum em algo sério.

Ela admite que insiste nos mesmos erros, aos quais credita o insucesso dos relacionamentos – ficar com os “caras de balada” ou ser muito amiga dos homens. “Eles acabam se aproveitando da situação. Sou muito boazinha, mulher tem que ser ruim mesmo”.

O senso comum diz que achar um “homem bom” para se relacionar é privilégio das sortudas. No entanto, a psicóloga Lygia T. Dorigon avisa: “o problema de relacionamentos furados dificilmente está no outro”. E completa: “é verdade que existem homens que não querem nada sério, mentem, não são leais e podem fazer uma mulher sofrer. Mas, de forma geral, a mulher que vive experiências com homens como estes é porque não conseguiu avaliar que o barco era furado”. Conheça a origem e os principais traços deste tipo de comportamento.

De volta à infância
De acordo com a psicóloga Heloisa Fleury, supervisora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), o “dedo podre” é um padrão que se desenvolve ainda na infância… Leia mais

Fonte: Terra

10 dicas para deixar o dia a dia com seu par mais prazeroso

Texto: Lívia Neves

O estresse e a rotina podem deixar um relacionamento muito previsível, o que não é nada bom para a vida a dois. Para que a paixão não escape de seu dia a dia, mantenha o seu par seduzido! Com pequenos agrados e provocações, é possível “redespertar” o interesse do parceiro e conseguir um envolvimento legal no relacionamento.

O terapeuta de casais Breno Rosostolato destaca a autonomia como um ponto favorável para conservar o suspense e o interesse entre as partes. Se o parceiro sabe tudo sobre você e seus afazeres, a curiosidade se perde e o diálogo também. “O casal tem que levar uma vida fora do relacionamento amoroso para não se frustrar”, sugere. O mistério faz parte do jogo do amor. A fase do namoro é quando os parceiros estão se conhecendo.

Quanto mais tempo ela durar, melhor vai ser! E, para que isso aconteça, cada um tem que se transformar em alguém novo todos os dias. A psicóloga Heloisa Fleury recomenda que “um tem que se sentir incluído na vida do outro”, mas sem se tornar uma única pessoa… Leia mais

10 dicas para deixar a rotina mais prazerosa

Leia mais

Fonte: Papo Feminino | Uol

Como vão suas 8 saúdes?

Especialistas dão dicas para manter em dia as áreas essenciais da vida: física, espiritual, intelectual, familiar, profissional, financeira, social e ecológica

“Saúde para dar e vender”. Mesmo o verso da mais popular canção de fim de ano vem precedido dos desejos de “muito dinheiro no bolso”. Saúde é importante, mas não é só da saúde física que precisamos na vida. O especialista Rodrigo Fonseca ministra treinamentos sobre inteligência emocional há 15 anos e adota um conceito que define oito saúdes em diferentes áreas-chave: física, espiritual, intelectual, familiar, profissional, financeira, social e ecológica…. Leia mais

Getty Images

Equilibrar todas as áreas essenciais da vida é o objetivo do método das oito saúdes
Fonte: Delas | iG

Guia da camisinha

Por KARINA COSTA

Mesmo que você já tenha iniciado sua vida sexual é possível que restem dúvidas sobre o uso de preservativos. O uso da camisinha feminina exclui o da masculina? O que acontece se usar do tamanho errado, pode rasgar ou machucar? Usar duas camisinhas é mais seguro do que uma só?Essas e outras questões foram respondidas ao Tempo de Mulher pela dra. Heloisa Fleury, psicóloga e supervisora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da FMUSP (ProSex). Leia mais

Fonte: Tempo de Mulher